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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

História do Papel



Pedra, madeira, placas de barro, papiro e pergaminho, cânhamo, capim e palha, trapos velhos; todos foram materiais para escrita usados pela humanidade durante séculos.

105 d.c. - A invenção do papel é atribuída a T’sai Lun na China, fabricado a partir de fibras de cânhamo trituradas e revestidas de uma fina camada de cálcio, alumínio e sílica.

1000 até cerca de 1830 d.c. - trapos velhos eram o insumo básico da indústria de papel, interrompido, pois acreditava-se que os restos de pano contribuíam para a propagação da peste.

1719 d.c. - o naturalista francês Reaumur sugere o uso da madeira como matéria-prima para o fabrico de papel, ao observar que as vespas mastigavam madeira podre e empregavam a pasta resultante para produzir uma substância semelhante ao papel na confecção de seus ninhos.
1838 d.c. - produção de pasta de palha branqueada.

1860 d.c. - invenção do papel couchê e lançamento do papel higiênico em rolo.
Dentre todas as espécies de árvores utilizadas no mundo para a produção de celulose, o eucalipto brasileiro é a que tem menor ciclo de crescimento, somente sete anos. Altamente resistente a doenças, possui troncos retos e curtos, o que proporciona fibras de características distintas.
Os plantios de eucalipto podem ser considerados a grande conquista rumo ao controle total de matéria prima.

Fonte: http://www.criacomgrafica.com.br/curiosidades/historia-do-papel.php

Qual é você???

Comentários

Por que tinta de impressora é tão cara?

Não é incomum de designers – especialmente os da área de gráfico – terem uma impressora em casa para testar seus produtos antes de enviar para a gráfica. E até mesmo os não-designers sabem do custo de uma impressora: uma simples pode custar entre R$ 150 a R$ 250. O verdadeiro roubo está nos cartuchos de tinta. Por que é tão caro?
Os números não mentem: a tinta de uma impressora, por litro, custa duas vezes mais que sangue humano e quase 500 vezes mais que gasolina. Só nos Estados Unidos são gastos 24 bilhões de dólares todo ano em tinta e toner, e se todos os cartuchos vendidos em 2008 tivessem sido colocados lado-a-lado, teriam dado a volta no planeta mais de 5.5 vezes.
 
 
Mas por que a impressora é tão barata e a tinta é tão absurdamente cara?
Muita gente diz que é por causa do modelo “dê o barbeador, venda a gilete” de negócios – ou seja, vender a impressora por um valor que pode chegar até a dar prejuízo para a empresa de tão baixo, e cobrar um valor exorbitante nos únicos tipos de cartuchos que cabem naquela impressora. Isto seria apenas 50% da verdade.
Thom Brown, um representante da HP – uma das maiores empresas no ramo de impressão – explicou o motivo por trás do custo elevado por litro de tinta: o custo de desenvolvimento da tecnologia é altíssimo.
“Um cartucho de tinta precisa esperar na loja até você comprá-lo, e depois precisa esperar dentro da sua impressora que pode não ser usada todo dia”, explica Brown. “Então a tinta no seu formato líquido precisa ficar estável por até 18 meses seguidos”.
Além disto, a tinta muda de estado rapidamente quando vai do cartucho passando pelo bico. E aí que encontramos a primeira parte da tecnologia; Em 1985, as impressoras top de linha tinham 12 bicos no cabeçote da impressora, jorrando 10 mil pingos por segundo. Hoje, são mais de 4 mil bicos entregando 112 milhões de pingos por segundo – e estes bicos tem 1/3 da largura de um fio de cabelo humano.
 
 
Evolução das impressoras

Em seguida, temos a questão da temperatura: por um nanosegundo, a tinha aquece a mais de 300 graus Celcius quando passa pelo bico. A tinta precisa não evaporar nesse ponto, ou não teríamos nada impresso.
Brown também explica que, ao sair do bico, a tinta voa a quase 50 km/h e precisa acertar o ponto certo no papel. Isto seria o equivalente a jogar uma uva do topo de um prédio de 30 andares para acertar um balde no térreo. A tinta precisa acertar o papel num formato perfeitamente redondo para que a imagem resultante fique perfeita. E, pra finalizar, a tinta precisa secar quase instantâneamente e não alterar sua cor por alguns anos.
Desenvolver essa tecnologia não é simples e não é barato, então as empresas jogam o custo disto em cima dos cartuchos. Sei que muitos reclamam “Mas como que cartuchos remanufaturados possuem um custo tão baixo?“. Isto não é difícil de responder: estes cartuchos são sempre de qualidade inferior e menos de 30% das pessoas que usam cartuchos remanufaturados ficam satisfeitas com o produto final, não sendo incomum dos cartuchos não funcionarem, secarem rápido, vazarem durante uma impressão ou simplesmente estragarem a impressora.
Finalizando, Brown explica que a HP demora em média 5 anos para desenvolver um novo cartucho, com mais de mil protótipos criados e jogados fora. O motivo para isto está em fornecer soluções para tantos consumidores diferentes, e mudar meia dúzia de ingredientes no produto pode fazer afundar o nome da empresa em questão de confiabilidade e estabilidade.
“Um cartucho de tinta é muito mais que água e corante”, diz Brown. “É por isso que, para que as empresas que desenvolvem impressoras de qualidade precisam cobrir seu custo em alguma parte do processo”.
E você, usa somente tinta original ou se aventura no mundo dos cartuchos remanufaturados? Quanto tempo duram seus cartuchos?
Fonte: computerworldabout.com – Imagem de destaque: Multiple printer cartrigdes por Shutterstock
 

Memória e Afeto


Fotografia e memória.

Na fotografia encontra-se a ausência, a lembrança, a separação dos que se amam, as pessoas que já faleceram, as que desapareceram.

Para algumas pessoas, fotografar é um ato prazeroso, de estar figurando ou imitando algo que existe. Já para outras, é a necessidade de prolongar o contato, a proximidade, o desejo de que o vínculo persista.

Strelczenia, 2001, apud Debray (1986, p. 60) assinala que a imagem nasce da morte, como negação do nada e para prolongar a vida, de tal forma que entre o representado e sua representação haja uma transferência de alma. A imagem não é uma simples metáfora do desaparecido, mas sim "umametonímia real, um prolongamento sublimado, mas ainda físico de sua carne".

A foto faz que as pessoas lembrem do seu passado e que fiquem conscientes de quem são. O conhecimento do real e a essência de identidade individual dependem da memória. A memória vincula o passado ao presente, ela ajuda a representar o que ocorreu no tempo, porque unindo o antes com o agora temos a capacidade de ver a transformação e de alguma maneira decifrar o que virá.

A fotografia captura um instante, põe em evidência um momento, ou seja, o tempo que não pára de correr e de ter transformações. Ao olhar uma fotografia é importante valorizar o salto entre o momento em que o objeto foi clicado e o presente em que se contempla a imagem, porém a ocasião fotografada é capaz de conter o antes e depois.

Confia-se, portanto, na capacidade da câmera fotográfica para guardar os instantes que se consideram valiosos. Tirar fotografias ajuda a combater o nada, o esquecimento. Para recordar é necessário reter certos fragmentos da experiência e esquecer o resto. São mais os instantes que se perdem que os que podemos conservar. Segundo Strelczenia (2001), "A memória se premia recordando, fazendo memorável; se castiga com o esquecimento ".

Fotografa-se para recordar, porque os acontecimentos terminam e as fotografias permanecem, porém não sabemos se esses momentos foram significativos em si mesmos ou se tornaram memoráveis por terem sido fotografados.

A memória é constitutiva da condição humana: desde sempre o homem tem se ocupado em produzir sinais que permaneçam mais além do futuro, que sirvam de marca da própria existência e que lhe deem sentido. A fotografia traz consigo mais daquilo do que se vê. Ela não somente capta imagens do mundo, mas pode registrar o "gesto revelador, a expressão que tudo resume, a vida que o movimento acompanha, mas que uma imagem rígida destrói ao seccionar o tempo, se não escolhemos a fração essencial imperceptível" (CORTÁZAR, 1986,p. 30)

Todo esse campo de interpretação que a fotografia permite parte de vários fatores, ingredientes que agem profundamente (nem sempre visíveis) no significado da imagem. Segundo Lúcia Santaella e Winfried Nöth (2001), esses elementos são: o fotógrafo, como agente; o fotógrafo, a máquina e o mundo, ou seja, o ato fotográfico, a fenomenologia desse ato; a máquina como meio; a fotografia em si; a relação da foto com o referente; a distribuição fotográfica, isto é, a sua reprodução; a recepção da foto, o ato de vê-la.

É no ensaio fotográfico que a pessoa busca a emoção, algo que ela nunca tenha sentido. A fotografia é capaz de ferir, de comover ou animar uma pessoa. Para cada um ela oferece um tipo deafeto. Na composição de significado da foto, segundo Barthes (1984), há três fatores principais: o fotógrafo (operator), o objeto (spectrum) e o observador (spectator). O fotógrafo lança seu olhar sobre o assunto, ele o contamina e faz as fotos segundo seu ponto de vista. O objeto (ou modelo) se modifica na frente de uma lente, simulando uma coisa que não é. No caso do observador, ele gera mais um campo de significado, lançando todo o seu repertório e alterando mais uma vez a imagem.

Barthes (1984, p. 45) observa ainda a presença de dois elementos na fotografia, aquilo que o fotógrafo quis transmitir é chamado de studium, ou seja, é o óbvio, aquilo que é intencional. Já quando há um detalhe que não foi pré-produzido pelo autor, recebe o nome de punctum. Esse último gera um outro significado para o observador, fere, atravessa, mexe com sua interpretação.

Reconhecer o studium é fatalmente encontrar as intenções do fotógrafo, entrar em harmonia com elas, aprová-las, dicutí-las em mim mesmo, pois a cultura (com que tem a ver o studium) é um contrato feito entre os criadores e os consumidores. (…) A esse segundo elemento que vem contrariar o studium chamarei então punctum. Dessa vez, não sou eu que vou buscá-lo, é ele que parte da cena, como uma flecha, e vem me transpassar (BARTHES, 1984, p. 48).

Por meio das fotografias descobre-se a capacidade de obter camadas inteiras e de emoções que estão escondidas na memória. Também se pode descobrir e obter novas significações que naqueles momentos não estavam explícitas.

As imagens são aparentemente silenciosas. Sempre, no entanto, provocam e conduzem a uma infinidade de discursos em torno delas.

Fonte: http://www.fotosesonhos.com/pagina-2.html

Fotógrafo


Um fotógrafo em atividade no centro deSão Paulo, Brasil.

Fotógrafo é a pessoa que tira (registra) fotografia, usando uma câmera. É geralmente considerado um artista, pois faz seu produto (a foto) com a mesma dedicação e da mesma forma que qualquer outro artista visual.

Faz parte da cultura brasileira a figura do Fotógrafo Lambe-lambe, profissional que ficava nas praças tirando fotos comercialmente, quando adquirir uma máquina fotográfica era algo muito difícil devido ao seu alto valor comercial.

Amadores e profissionais

Quando um determinado autor de fotografias baseia grande parte do seu rendimento nesta atividade, diz-se ser um fotógrafo profissional.

Por vezes, o adjetivo profissional é usado erroneamente na fotografia para valorizar uma determinada imagem fotográfica ou perícia de um autor. Na realidade, a qualidade da fotografia nem sempre está relacionada com o fato do seu autor ser ou não profissional. Muitos amadores realizam com regularidade imagens mais bem sucedidas que muitos profissionais.

Na realidade "profissional" refere-se apenas à profissão do autor, e não à qualidade do trabalho. Ao mesmo tempo que um profissional pode realizar um trabalho mal feito, pode-se entender melhor, adiante no parte de "arte".

O adjetivo amador, quando atribuído a um fotógrafo, pode ter um significado muito vasto. Pessoas que apenas fotografam a sua família e vida, para uso pessoal, consideram-se fotógrafas amadores. Outros fotógrafos amadores chegam a publicar livros, realizar exposições e dedicam uma vida inteira ao estudo da fotografia.

Especializações do fotógrafo

Uma vez que na atualidade a fotografia serve um vasto campo de assuntos e objetivos, foram criadas especializações. O fotógrafo especializa-se para melhor dominar a técnica de um determinado tipo de fotografia ou assunto. As especializações mais conhecidas são a foto reportagem (de eventos sociais), moda, o fotojornalismo, a paisagem, o retrato e a publicitária (arte da fotografia de objetos em estúdio).

Formação de um fotógrafo

A formação em fotografia numa escola de arte pode realizar-se através de um curso de fotografia ou de várias disciplinas de fotografia integradas em cursos de arte, design, pintura, multimídia,cinema, jornalismo e etc. Normalmente estes cursos estão orientados para o exercício da fotografia enquanto arte. Porém muitos fotógrafos são autodidatas acabam procurando formação só depois de anos de experiência na prática.  Numa escola profissional, a formação em fotografia está mais orientada para o exercício da fotografia enquanto profissão comercial.

Essência da fotografia


A discussão sobre o uso da Fotografia é precedido pela tentativa de compreender sua imagem, o que ocorre desde seu desenvolvimento por diversos fotógrafos ao longo do século XIX (como afirma Geoffrey Batchen). Seu caráter artístico evidente constitui um entrave a seu uso pelas ciências sociais, enquanto seu caráter científico a tornou uma espécie de subalterna no campo da arte, características que parecem se reverter na segunda metade do século vinte, na medida em que o estudo desse meio se aprofundou, as ciências sociais se abriram para a impossibilidade de completa objetividade, e o campo da arte passou a lidar fortemente com a ideia, em oposição a uma ênfase na forma artística.

Os estudos históricos sobre a Foto iniciam por volta de cem anos após sua invenção. Já os estudos teóricos sobre a Fotografia parecem iniciar no pós-guerra, e a principal teoria usada para caracterizar a Fotografia advém do campo da semiótica, ou seja, declina da Semiologia de Saussure.

Numa leitura estrita da obra de Charles Sanders Peirce, definidora do campo da semiótica, a Fotografia se definiria a partir das três categorias de signo, que existem numa ordem de importância e dependência umas das outras : o ícone, que é uma representação qualitativa de um objeto - por exemplo, por analogia (é o caso da imagem fotográfica), o índice, que caracteriza um signo que refere-se ao significante pela causalidade ou pela contiguidade (às vezes diferenciado como índex, como na leitura de Umberto Eco), e o símbolo, cuja relação com o significante é arbitrária e definida por uma convenção (é o caso de uma bandeira de um país, por exemplo).

Ora, os estudos iniciais da Fotografia, bem como os artistas ao longo do século XIX E XX se preocupavam com o problema da iconicidade da Fotografia, isto é, o potencial de sua imagem e o caráter de seu realismo. O primeiro sinal de problematização dessa modalidade de discurso está na obra de Walter Benjamin, cujo texto "A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica", revela uma preocupação com a modificação da recepção da Fotografia e do cinema em relação aos meios tradicionais da arte, estudo pioneiro e extremamente influente que leva instâncias inéditas, como o problema da aura (o que a diferencia da arte clássica) bem como o da multiplicação maciça da imagem.

É na obra de Roland Barthes que vemos um segundo momento da tentativa de tratar da Fotografia como meio. A obra de Barthes passa pela construção do estruturalismo, e sua leitura da obra de Peirce. Mas o universo de Barthes não se resume ao universo do signo: seu grande livro sobre Fotografia, "Câmara Clara", possui um ponto de vista fenomenológico (que refere a Foto aonoema, conceito da fenomenologia de Husserl), bem como utiliza elementos da psicanálise lacaniana. Ao longo da obra de Barthes, a Foto é lida numa chave dialógica característica do estruturalismo, implicando a criação de conceitos tais como conotação e denotação, ou ainda obtuso e o óbvio, até o desenvolvimento do par studium/punctum, que não são mais pólos entre os quais a Fotografia existe, mas estados da Fotografia: como studium, a Fotografia se exibe como objeto indiferente de estudo, enquanto a expressão punctum define a instauração de um fenômeno no qual sujeito e foto se afetam.

Um dos legados da leitura de Barthes sobre a fotografia é a percepção da importância do conceito de "indice", que é desenvolvido posteriormente nas obras de Rosalind Krauss (em "O Fotográfico", e em "A originalidade da Vanguarda"), de Jean-Marie Schaeffer ("A imagem precária"), e Philippe Dubois ("O Ato Fotográfico"). Tal relação não apenas tem sido utilizada no campo da arte, como indica Krauss, mas vem permitindo o uso da Fotografia de modo crescente nas ciências sociais.

Fonte: http://www.fotosesonhos.com/pagina-2.html

Fotografia com Arte


Fotomontagem feita a partir de duas fotos.

A discussão sobre se a fotografia é arte ou não é longa e envolve uma diversidade de opiniões.
De acordo com Barthes, muitos não a consideram arte, por ser facilmente produzida e reproduzida, mas a sua verdadeiraalma está em interpretar a realidade, não apenas copiá-la. Nela há uma série de símbolos organizados pelo artista e o receptor os interpreta e os completa com mais símbolos de seu repertório.

Fazer fotografia não é apenas apertar o disparador. Tem de haver sensibilidade, registrando um momento único, singular. O fotógrafo recria o mundo externo através da realidade estética.

Em um mundo dominado pela comunicação visual, a fotografia só vem para acrescentar, pode ser ou não arte, tudo depende do contexto, do momento, dos ícones envolvidos na imagem. Cabe ao observador interpretar a imagem, acrescentar a ela seu repertório e sentimento.

Fotografar é colocar na mesma linha de mira a cabeça, o olho e o coração.

Fonte: http://www.fotosesonhos.com/pagina-2.html

Fotojornalismo


Um exemplo de fotografia jornalística:Migrant Mother, de Dorothea Lange (1936).

O fotojornalismo preenche uma função bem determinada e tem características próprias. O impacto é elemento fundamental. A informação é imprescindível.

É na fotografia de imprensa, um braço da fotografia documental, que se dá um grande papel da fotografia de informação, o fotojornalismo. É no fotojornalismo que a fotografia pode exibir toda a sua capacidade de transmitir informações. E essas informações podem ser passadas, com beleza, pelo simples enquadramento que o fotógrafo tem a possibilidade de fazer. Nada acontece hoje nas comunicações impressas sem o endosso da fotografia.

Existem, basicamente, quatro gêneros de fotografia jornalistica:

·         As fotografias sociais: Nessa categoria estão incluídas a fotografia política, de economia e negócios e as fotografias de fatos gerais dos acontecimentos da cidade, do estado e do país, incluindo a fotografia de tragédia.

·         As fotografias de esporte: Nessa categoria, a quantidade de informações é o mais importante e o que influi na sua publicação.

·         As fotografias culturais: Esse tipo de fotografia, tem como função chamar a atenção para a notícia antes de ela ser lida e nisso a fotografia é única. Neste item podemos colocar um grande segundo grupo, a esportiva, pois no fotojornalismo o que mais vende após a polícia é o esporte.

·         As fotografias policiais: muitos, quase todos os jornais exploram do sensacionalismo para mostrar acidentes com morte, marginais em flagrante, para vender mais jornais e fazer uma média com os assinantes. Pode-se dizer que há uma rivalidade entre os jornais para ver qual aquele que mostra a cena mais chocante num assalto, morte, acidente de grande vulto.[Que autor fundamenta isso? De onde veio essa fonte? Os critérios de noticiabilidade do jornalismo hoje não seguem esse padrão, a imparcialidade é fundamental para veículos sérios. Existem veículos sensacionalista, é claro, mas não se pode generalizar. Segundo Traquina: A escolha da narrativa [...] é orientada pela aparência que a ‘realidade’ assume para o jornalista, pelas convenções que moldam sua percepção e fornecem repertório formal para a apresentação dos acontecimentos (TRAQUINA, 2005, p. 174). Isso demonstra a relevância da fundamentação jornalística, e dos valores notícia para informar com qualidade, e não opinar.

Fotografia em estúdio

Uma das vantagens de um estúdio grande, é permitir uma maior distância entre o motivo e o fundo. Em condições com pouco espaço, é difícil iluminar os dois separadamente, e há o perigo de as sombras do motivo se formarem sobre o fundo. Iluminando o fundo independentemente, ele pode ser transformado de centenas maneiras. Dê-lhe uma iluminação gradual, iluminando a parte superior e a parte inferior de maneiras diferentes. Em alternativa, projecte formas ou cores sobre o fundo, colocando sobre as luzes máscaras (chamadas gobos) ou acetatos coloridos. Os rolos de papel branco ou preto são os fundos mais utilizados e os mais versáteis. Os rolos podem ser suspensos do alto da parede de um estúdio, e depois puxados até baixo e estendidos sobre o chão do estúdio, criando uma curvatura de forma a que a junção da parede com o chão não seja visível nas fotografias. A medida que o papel se vai estragando ou sujando, corta-se essa parte e puxa-se mais papel de rolo Há uma grande variedade de fundos à venda nas lojas da especialidade, mas saiba que os fundos simples muitas vezes resultam melhor, uma vez que não desviam a atenção, e porque num estúdio pequeno nem sempre é possível desfocar as formas mais elaboradas que o fundo possa ter.

Fonte: http://www.fotosesonhos.com/pagina-2.html
 

Superfície fotossensível




Filme fotográfico e Sensor de imagem

Entre 2006 e 2007, as vendas de câmeras fotográficas digitais cresceram 5% nos Estados Unidos, enquanto as de câmeras com filme caíram em mesma quantidade.[16] A despeito do irreversível e crescente domínio da imagem digital no mundo da fotografia, o filme fotográfico ainda ocupa, por variados motivos, um espaço cativo no trabalho de muitos profissionais e aficionados que promete a essa mídia uma sobrevida assegurada de vários anos.[20]

Controle da imagem


Velocidade do obturador

O tempo durante o qual o obturador permanece aberto determina a quantidade de luz que chega ao filme. Ao selecionar uma velocidade do obturador, verifica-se se a câmara está suficientemente firme. Quanto mais firme estiver, mais baixa poderá ser a velocidade do obturador utilizada. Mesmo um movimento minúsculo durante a exposição poderá fazer com que toda a imagem fique tremida. Usar um tripé é a única maneira de garantir o êxito de uma fotografia que exija um tempo de exposição longo. Com uma teleobjetiva, a instabilidade da câmara é mais notável do que com uma grande-angular, por isso, quanto maior for a objetiva, maior será a velocidade de obturador necessária. Além de "congelar" a ação  a velocidade do obturador permite criar efeitos que sugerem movimentos, ou efeitos especiais com o zoom.

Efeito de Panning

Nem sempre é necessário usar uma velocidade do obturador tão alta. Muitas vezes pode acompanhar-se o movimento enquanto se dispara, para o compensar, usa-se uma técnica chamada "panning".

Congelamento

A velocidade do obturador desempenha um papel importante na transformação de motivos em movimento em uma imagem estática. Quanto menos tempo o obturador permanecer aberto, menos o motivo se moverá dentro do enquadramento e mais nítido ficará. Por isso utiliza-se uma maior velocidade ao fotografar um motivo em movimento, como um cavalo a correr. Há ainda outros fatores a considerar. Primeiro, a velocidade real do motivo não indica necessariamente a rapidez com que a imagem irá mudar no visor. Se um motivo se dirigir diretamente para a câmara ou se se afastar dela, a imagem mudará mais lentamente do que se ele passar perpendicularmente, e será necessária menos velocidade do obturador para "congelar" o movimento. Um movimento em diagonal no enquadramento necessitará de uma velocidade de obturador intermédia. O tamanho da imagem também é importante: um comboio visto como um ponto no horizonte não parecerá mover-se tão depressa como uma papoila oscilando em uma brisa suave em frente da objectiva. Quanto maior a distância focal e mais próximo do motivo, maior a velocidade do obturador.

Usos da fotografia


A fotografia pode ser classificada como tecnologia de confecção de imagens e atrai o interesse de cientistas e artistas desde o seu começo. Os cientistas usaram sua capacidade para fazer gravações precisas, como Eadweard Muybridge em seu estudo da locomoção humana e animal (1887). Artistas igualmente se interessaram por este aspecto, e também tentaram

explorar outros caminhos além da representação fotomecânica da realidade, como o movimento pictural. As forças armadas, a polícia e forças de segurança usam a fotografia para vigilância, identificação earmazenamento de dados.

Fotografias aéreas eram utilizadas para levantamento do uso da terra e planejamento de uma determinada região.

A Fotografia no cotidiano e na vida

A fotografia pode ser utilizada no processo de investigação do cotidiano de nossos estudantes, a fim de que mediante as imagens obtidas da escola, da família, da vizinhança, da cidade e das coisas que os cercam, eles sejam orientados, através de uma metodologia específica, para análise e estudo desses "momentos documentados" e suas correlações históricas, sociais, geográficas, étnicas e econômicas; na educação, a simples disponibilidade do aparato tecnológico não significa facilitar o processo ensino-aprendizagem. É preciso que o professor alie os recursos tecnológicos com os seus conhecimentos e estratégias de ensino, visando alcançar um objetivo: o conhecimento real da imagem fornecida através da fotografia.

Fonte: http://www.fotosesonhos.com/pagina-1.html

Equipamentos

Câmera

A fotografia se estabiliza como processo industrial no século XX articulando uma câmera ou câmara escura, como dispositivo formador da imagem e um modo de gravação da imagem luminosa – uma superfície fotossensível, que pode ser filme fotográfico, o papel fotográfico ou, no caso da fotografia digital, um sensor digital CCD/CMOS que transforma a luz em um mapa de impulsos elétricos, que serão armazenados como informação em um cartão digital de armazenamento. Nesse processo fica evidente a relação entre a fotografia e seus processos análogos. Por exemplo, a fotocópia ou máquina xerográfica, forma imagens permanentes, mas usa a transferência de cargas elétricas estáticas no lugar do filme fotográfico. Disso provém o termo eletrofotografia. Naraiografia, divulgada por Man Ray em 1922, imagens são produzidas pelas sombras de objetos no papel fotográfico, sem o uso de câmera. E podem-se colocar objetos diretamente dodigitalizador (scanner) para produzir figuras electronicamente.

Fotógrafos controlam a câmera ao expor o material fotosensível à luz, o que se altera qualitativa e quantitativamente segundo as possibilidades de cada aparelho. Os controles são geralmente inter-relacionados. Por exemplo, a exposição varia segundo a abertura (que determina a quantidade de luz) multiplicado pela velocidade do obturador (que determina um tempo de exposição), o que varia o tom da foto, a profundidade de campo fotográfico e o grau de corte temporal do modelo fotografado. Diferentes distâncias focais das lentes permitem variar a conformação da profundidade da imagem, bem como seu ângulo.

Os controles das câmeras podem incluir:

·         Foco

·         Abertura das lentes

·         Tempo de exposição (ou velocidade de abertura do obturador)

·         Distância focal das objetivas fixas: (teleobjetiva, normal ou grande-angular), ou variáveis (zoom)

·         Sensibilidade do filme

·         Fotômetro

Objetiva

Objectiva (fotografia)

Para entender um pouco de objetivas, uma de 24mm equivale a um campo de visão de 75 graus, e uma objetiva de 300mm equivale a um campo de visão de 12 graus. Com a lente olho de peixe de 6mm, 8mm ou 12mm, o fotógrafo inclui um campo de visão de mais de 190 graus. Uma 500mm (aquelas que se vêem em jogos de futebol, por exemplo) consegue fotografar só o guarda-redes do outro lado do campo de futebol. Ou seja, as lentes com valores inferiores a 50mm são consideradas grandes angulares, e com valores acima de 150mm são consideradas teleobjetivas.

A relação que se tem para se considerar uma objetiva como grande angular ou teleobjetivas, vem da comparação do tamanho da objetiva com a diagonal do filme utilizado. As objetivas em torno de 43 mm são consideradas normais, por possibilitarem na área do filme uma imagem com as características e um campo de visão semelhante ao olho humano.

Fonte: http://www.fotosesonhos.com/pagina-1.html

Fotografia digital

Fotografia digital

Fotografia digital é a fotografia tirada com uma câmera digital ou determinados modelos de telefone celular, resultando em um arquivo de computador que pode ser editado, impresso, enviado por e-mail ou armazenado em websites ou CD-Roms.

A fotografia tradicional era um fardo considerável para os fotógrafos que trabalhavam em localidades distantes - como correspondentes de órgãos de imprensa - sem acesso às instalações de produção. Com o aumento da competição com a televisão, houve um aumento na urgência para se transferir imagens aos jornais mais rapidamente.



O sensor de CCD que substitui o filme nas câmeras digitais.

Fotógrafos em localidades remotas carregariam um minilaboratório fotográfico com eles, e alguns meios de transmitir suas imagens pela linha telefônica. Em 1990, a Kodak lançou o DCS 100, a primeira câmera digital comercialmente disponível. Seu custo impediu o uso em fotojornalismo e em aplicações profissionais, mas a fotografia digital surgiu neste momento.

Em 10 anos, as câmeras digitais se tornaram produtos de consumo, e estão, de modo irreversível, substituindo gradualmente suas equivalentes tradicionais em muitas aplicações, pois o preço dos componentes eletrônicos cai e a qualidade da imagem melhora.

A Kodak anunciou em janeiro de 2004 o fim da produção da câmeras reutilizáveis de 35 milímetros após o término daquele ano. Entretanto, a fotografia "líquida" irá perdurar, pois os amadores dedicados e artistas qualificados preservam o uso de materiais e técnicas tradicionais.

Funcionamento

Na fotografia digital, a luz sensibiliza um sensor, chamado de CCD ou CMOS, que por sua vez converte a luz em um código eletrônico digital, uma matriz de números digitais (quadro com o valor das cores de todos os pixels da imagem), que será armazenado em um cartão de memória. Tipicamente, o conteúdo desta memória será mais tarde transferido para um computador. Já é possível também transferir os dados diretamente para uma impressora gerar uma imagem em papel, sem o uso de um computador. Uma vez transferida para fora do cartão de memória, este poderá ser apagado e reutilizado.

Revelação de fotos online

Revelação de fotos online é o nome vulgarmente dado ao procedimento de envio eletrônico de arquivos digitais de imagens para processamento e produção de cópias impressas por empresas especializadas. O termo não é tecnicamente correto, porque este processo dispensa justamente a etapa tradicionalmente conhecida como revelação fotográfica, porém, tem sido largamente incorporado ao vocabulário popular.

Álbuns virtuais

Com a popularização da fotografia digital, surgiram páginas da Internet especializadas em armazenar fotografias. Desse modo, suas imagens podem ser vistas por qualquer pessoa do planeta que acesse a rede. Elas ficam organizadas por pastas e podem ser separadas por assuntos a livre escolha.

Os álbuns virtuais podem ser usados com vários propósitos, abaixo estão listados alguns exemplos destes:

· Portfólio: Muito usado por fotógrafos amadores/profissionais para mostrarem seus trabalhos.

· Armazenamento: Quem não deseja ocupar espaço em seu HD pode usar o álbum para armazenar suas fotografias.

· Negócios: Outros usam os álbuns para vender seus trabalhos fotográficos.


Fotografia colorida


Foto de 1942 de um carpinteiro trabalhando, é um exemplo histórico das primeiras fotografias coloridas.

 Fotografia colorida
A fotografia colorida[18] foi explorada durante o século XIX e os experimentos iniciais em cores não puderam fixar a fotografia, nem prevenir a cor de enfraquecimento. Durante a metade daquele século as emulsões disponíveis ainda não eram totalmente capazes de serem sensibilizadas pela cor verde ou pela vermelha - a total sensibilidade a cor vermelha só foi obtida com êxito total no começo do século XX.[19] A primeira fotografia colorida permanente foi tirada em 1861 pelo físico James Clerk Maxwell. O primeiro filme colorido, o Autocromo, somente chegou ao mercado no ano de 1907 e era baseado em pontos tingidos de extrato de batata.

O primeiro filme colorido moderno, o Kodachrome, foi introduzido em 1935 baseado em três emulsões coloridas. A maioria dos filmes coloridos modernos, exceto o Kodachrome, são baseados na tecnologia desenvolvida pela Agfa-color em 1936. O filme colorido instantâneo foi introduzido pela Polaroid em1963.

A fotografia colorida pode formar imagens como uma transparência positiva, planejada para uso em projetor de slides (diapositivos) ou em negativos coloridos, planejado para uso de ampliações coloridas positivas em papel de revestimento especial. O último é atualmente a forma mais comum de filme fotográfico colorido (não digital), devido à introdução do equipamento de foto impressão automático.

Fotografia panorâmica

 Fotografia panorâmica e Máquina fotográfica 360°

A fotografia panorâmica, assim como a palavra panorama, refere-se a uma vista inteira de uma área circunvizinha. As fotografias panorâmicas tentam capturar tal vista.

A máquina fotográfica 360° é uma câmera fotográfica capaz de fazer uma única fotografia panorâmica completa (abrangendo toda a volta) a partir de um determinado ponto..

Fonte: http://www.fotosesonhos.com/curiosidades-sobre-fotografias.html

Processos fotográficos


Fotografia em preto e branco

A fotografia nasceu em preto e branco, mais precisamente como o preto sobre o branco, no início do século XIX Desde as primeiras formas de fotografia que se popularizaram, como o daguerreótipo - aproximadamente na década de 1823 - até aos filmes preto e branco atuais, houve muita evolução técnica e diminuição dos custos. Os filmes atuais têm uma grande gama de tonalidade, superior até mesmo aos coloridos, resultando em fotos muito ricas em detalhes. Por isso, as fotos feitas com filmes PB são superiores as fotos coloridas convertidas em PB.

Meio tom

As fotografias em preto e branco destacam-se pela riqueza de tonalidades; a fotografia colorida não tem o mesmo alcance dinâmico.

Na fotografia P&B se costuma utilizar a luz e a sombra de forma mais proeminente para criar efeitos estéticos -­ há quem prefira fotografar apenas em filme preto e branco, mesmo com a maior facilidade e menor custo do equipamento digital. Os sensores das câmeras digitais ainda possuem alcance dinâmico muito menor do que a fotografia P&B e mesmo da colorida, estando mais próximo do slide.

http://www.fotosesonhos.com/curiosidades-sobre-fotografias.html

Infográfico – Curiosidades sobre o Mundo das Fotografias


Nunca se falou tanto em fotografia como nos dias de hoje. Grande parte desse crescimento se deve ao uso de smartphones, aparelhos cada vez mais sofisticados que registram fotos e vídeos de maneira impressionante. Conheça os principais aplicativos para publicar as suas fotos através dos celulares. Apesar do crescimento diário das postagens em redes sociais, a revelação online ainda é uma forma eficaz para guardar fisicamente os momentos inesquecíveis da sua vida. A fotografia já derrubou políticos, governos e mostrou ao mundo registros únicos que ecoam pela nossa história. Relembre algumas das fotografias mais famosas do mundo. Conheça outras curiosidades da “arte de escrever com a luz”! Registre esse momento você também! Compartilhe!

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Como fotografar a Lua

Confira seis dicas para um grande registro do nosso satélite natural


A lua é uma fonte de inspiração para diversos artistas, e com os fotógrafos não seria diferente. Porém, fazer um belo registro de nosso satélite natural não é tarefa fácil. Exige o conhecimento de alguma técnica e muita prática. Sabendo disso, a fotógrafa Lexy Savvides, da Austrália, resolveu facilitar o caminho de outros fotógrafos e passar algumas dicas. Confira, faça o teste e deixe sua opinião!


1º passo – Retire do automático e use ISO baixo

O modo automático provavelmente não alcançará o resultado desejado para fotografar a lua. Ao invés disso, coloque a câmera no modo manual ou no modo Prioridade Exposição. Ajuste o ISO em um número baixo, como 100 ou 200, para reduzir ruído pela longa exposição. A velocidade do obturador irá depender da luz ambiente e do resultado que você quer.

Por exemplo, no inicio da noite, quando ainda houver raios do sol, uma velocidade rápida será necessária. Tente usar a “Regra 16” para dias ensolarados, que consiste em ajustar o diafragma em f/16 e sincronizar o ISO com o obturador em números iguais. Por exemplo, ISO 100 e velocidade1/100, ou ISO 400 e velocidade 1/400.

Quando já estiver escuro, uma exposição de vários segundos será obrigatória para captar luz suficiente. Experimente diferentes velocidades, dependendo do resultado que você quer chegar. Imagens mais nítidas serão alcançadas utilizando menores aberturas, geralmente maiores que f/8.

2º passo – Use foco manual

O autofoco e pouca luminosidade não funcionam bem juntos. Usando o foco manual será mias fácil para conseguir foco no ponto de sua preferência. Ativando o foco ampliado da câmera no modo Live View irá ajudar a encontrar o ponto exato sem a necessidade de apertar o olho através do viewfinder.

Se a condição de luz não estiver boa, aumente temporariamente o ISO para 3200 ou 6400 para ver mais claramente. Quando o foco estiver ajustado volte para o ISO baixo.

3º passo – Medição pontual

Se o seu objetivo é captar a lua perfeitamente contra um céu completamente negro, utilize o modo de medição Pontual, geralmente ajustada no centro do visor.

A medição pontual trabalha melhor com objetivas longas. A exposição não será afetada por outras áreas da imagem, como qualquer fonte de luz que esteja ao redor da lua. Se houver outros elementos na composição, o modo matricial será mais útil, a não ser que você esteja tentando um efeito de silhueta. Fazendo o ‘bracketing’(que serve para assegurar que o fotógrafo não perca a foto em função de má exposição) com pouca variação será de grande ajuda, especialmente se você está com pressa e quer garantir uma boa exposição.

Não há garantia de conseguir fotos perfeitas fotografando a lua, pois há muita variação de luz e posição. Entretanto, as dicas acima ajudarão a encontrar o caminho certo para chegar ao seu objetivo.

4º passo – Obtenha um close com uma teleobjetiva

Uma teleobjetiva, ou um longo zoom em câmera compacta, é absolutamente necessário para conseguir um close da lua. Com uma grande distância focal e longa exposição, você precisará de muita estabilidade, como um tripé. Não tente fotografar apenas com a mão, pois o mínimo movimento estragará todo o trabalho.

5º passo – Elimine toda forma de tremor

Além de usar um tripé para estabilizar a câmera, o apertar do botão pode tremer a imagem. Um disparador remoto libera a câmera de qualquer movimento, pois você não precisará tocar na câmera. Caso não tenha um disparador remoto, use o ‘timer’ da câmera para fotografar.

Em câmeras SLR, o simples movimento do espelho levantando para liberar luz no sensor pode tremer uma fotografia. O modo ‘mirror lockup’ ajudará a diminuir a vibração segurando o espelho levantado na hora do disparo. Algumas câmeras operam de maneira diferente, então confira no manual.

6º passo – Experimente varias composições

A lua contra o céu negro é muito bonita, mas você pode procurar outras composições mais criativas. Tente fotografar a lua desde o inicio de seu percurso, entre os prédios, no horizonte, entre árvores ou pessoas.




Por: Ivan Alexandre
Fonte: http://photos.uol.com.br
Fotos: Robin Ohia




Direitos Autorais x Direito de Imagem

Conheça as diferenças entres estas duas matérias que diversas vezes são confundidas


Olá, sou advogada e dentre as minhas especialidades estão o direito autoral e o direito de imagem, duas matérias muito importantes para os fotógrafos. Por isso, a partir de agora, tratarei, aqui no Portal Photos, dessas e outras questões jurídicas que possam surgir no mundo da fotografia e dos fotógrafos.
E, pra começar, que tal um pequeno esclarecimento sobre o que um e o que é o outro direito?

Qual a diferença entre direitos autorais e direito de imagem?

Para alguns, esta pergunta pode parecer absurda, no entanto, já vi muitas pessoas confundindo os dois conceitos, e tal confusão pode ser fatal na hora de celebrar um contrato ou defender um direito.

Já vi contratos de cessão de uso de imagem citando a lei de direitos autorais (9.610/98) como lei regente. Encontrei fotógrafos que, ao venderem ou comercializarem suas fotos, fizeram um contrato cedendo seus direitos de imagem. Já vi até mesmo site que pretendendo explicar o que é direito autoral fez um artigo sobre direito de imagem… Aliás, qualquer pesquisa no Google revela modelos de contrato nos quais direitos de imagem e de autor se misturam como se fossem a mesma matéria.

Enfim, essa confusão é comum. Por esse motivo é sempre bom esclarecer o que é um e o que é outro direito, até para auxiliar profissionais na defesa de seus interesses.

O direito de imagem é um direito personalíssimo, ou seja, é um direito inerente à pessoa, faz parte da lista de direitos que constituem o mínimo necessário para garantia de todos os demais direitos do indivíduo. Já os direitos autorais são o conjunto de normas que tutelam a criação da pessoa, ou seja, protegem os vínculos existentes entre o autor e a sua obra intelectual.

Pode-se dizer que o direito de imagem – por ser um direito ligado à pessoa – é anterior ao direito autoral, que nasce somente após a criação de uma obra intelectual.

Ocorre que, muitas vezes, uma obra retrata a imagem de alguém, talvez esse seja o motivo da confusão entre os dois institutos do direito. No entanto, é importante que fique claro que o direito à imagem está relacionado à pessoa retratada e, por sua vez, o direito autoral está relacionado ao autor da obra que reproduz a imagem daquela pessoa.

O direito que a pessoa retratada possui é o direito de imagem. Essa pessoa poderá ser remunerada pela autorização/licença de uso de sua imagem para compor determinada obra. Já o direito que o artista detém sobre a obra (fotografia, ilustração, escultura, etc.), que retratou a imagem daquela pessoa, é chamado direito autoral. O artista poderá ser remunerado pela cessão ou licença/autorização de uso de sua obra.

Como o assunto é amplo e importante, nos próximos posts vamos falar um pouco sobre as peculiaridades dos contratos relacionados à imagem e aos direitos autorais.

Por : Paula Menezes
Fonte: http://photos.uol.com.br
Foto: Dentinho Jr.

Maior coleção de câmeras do mundo

Fotojornalista indiano bate o próprio recorde de maior coleção de câmeras fotográficas do mundo


De acordo com o Guinness Book, o fotojornalista indiano, residente em Mumbai, Dilish Parekh superou o próprio recorde de maior coleção de câmeras fotográficas do mundo. O antigo recorde era de 2.634 câmeras e a nova contagem chega a 4.425, quase o dobro do último registro.

A história de Parekh com as câmeras começou muito cedo, quando seu pai lhe deu a ‘pequena’ coleção de 600 câmeras. Em pouco tempo a diversão virou paixão, e em entrevista ao Guinness Book, ele conta que não vive sem sua coleção.



Entra Rolliflexes, Canons, Nikons, Kodaks, Zeiss e Linofs, a maioria antigas, está uma Leica 250 Reporter, sua preferida. O modelo é do ano de 1934 e apenas mil unidades da câmera foram produzidas em todo o mudo.

Parekh falou também que poderia quebrar o recorde há algum tempo, mas esperou pelo dia 19 de agosto, quando se comemora o Dia Internacional da Fotografia, para divulgar a notícia.

Confira no site do Guinness Book o recorde de Dilish Parekh.

Por: Ivan Alexandre
Fonte: http://photos.uol.com.br

O segredo é a espontaneidade

Victor Gallus ganhou destaque entre 20 fotógrafos no perfil do Foto Talent Brasil no Instagram



 Fotos: Victor Gallus

A Editora Photos e o Foto Talent Brasil, grupo que realiza concursos diários no Instagram estão trabalhando em conjunto para revelar novos talentos da fotografia brasileira. Durante o mês de agosto o destaque final ficou com Victor Gallus, que entre um total de 20 fotógrafos teve seu talento reconhecido.

O fotógrafo conta que se sentiu honrado com o destaque e revela que a imagem vencedora foi feita com sua câmera Canon 60D, teleobjetiva 28mm, diafragma f/2, tempo de exposição 1/160 e ISO 100. Para finalizar esta e suas outras imagens, Victor utiliza alguns aplicativos no seu celular. “O meu lema é “menos é mais”! A minha concentração se dirige a fazer imagens de forma que eu praticamente não necessite mais retocá-las. Isso garante o máximo de autenticidade”, afirma.

Imagem destaque do Foto Talent Brasil no mês de agosto

Victor é fotógrafo amador e passou a se dedicar com mais intensidade a fotografia há três anos, desde o início do Instagram. “Foi a minha esposa que na época me contou sobre Instagram e instantaneamente fiquei maravilhado com essa plataforma que reúne pessoas que compartilham a paixão pela fotografia”. No início Victor clicava com seu celular mesmo, mas raramente ficava satisfeito com a resolução das imagens, foi aí que ele decidiu adquirir um equipamento melhor. Hoje ele possui uma Canon 60D, uma Canon 5D Mark III e várias teleobjetivas.

A foto premiada foi tirada em Bali, na Indonésia, durante suas férias em março deste ano. Victor conta que foi passear na praia antes do nascer do sol, com a intenção de tirar fotos com reflexos. “Fiquei muito feliz com a presença de outros caminhantes, pois graças a eles consegui tirar a foto premiada”. O fotógrafo acredita que ainda precisa aprender mais sobre este hobby. “Sei que ainda preciso aprender muito sobre a fotografia e sua técnica e eu adoraria dedicar mais tempo para me aprofundar nesta área, o que nem sempre é fácil considerando a vida profissional e familiar. Mas a paixão e a curiosidade estão sempre presentes… Leio muito sobre a fotografia e deixo-me inspirar por tudo que existe ao meu redor”, fala Victor.




Para finalizar Victor revela o segredo do sucesso nas suas fotografias. “Vários fotógrafos partem do princípio de que o ato de tirar fotos necessita de um planejamento meticuloso e antecipado. Apesar de compreender esta opinião, eu costumo funcionar um pouco diferente. Claro que planejo as imagens que desejo fotografar, mas somente até certo ponto, como por exemplo, qual o assunto, onde e quando tirar a foto, qual o equipamento que devo levar etc. Mas sempre deixo um máximo de espaço para a espontaneidade – o que já me levou a tirar fotos incríveis e maravilhosas!”.



Por : Marcela Viecelli
Fonte: http://photos.uol.com.br
Foto: Victor Gallus

Padre fica irritado com fotógrafos e interrompe casamento

Religioso incomoda-se com barulho das câmeras, o que gera desconforto aos noivos. Veja também as opiniões de fotógrafos a respeito.


Em um casamento, em Nova York (EUA), os cliques dos profissionais contratados incomodaram tanto o padre que foi motivo de interrupção da cerimônia. O vídeo mostrando o momento tornou-se viral logo após sua postagem, no dia 17/09. O padre, aborrecido com a situação, parou a prédica e iniciou com um pedido, quando ainda era possível escutar os cliques: “Por favor, senhores, saiam!”.

Um dos fotógrafo defende-se: “Para onde devemos ir?”. O religioso responde, com a face sisuda: “Qualquer lugar, menos aqui!”. Zangado, ele ameaça parar com a celebração se os fotógrafos não saírem. “Isto não é uma sessão fotográfica”. Os noivos visivelmente envergonhados com a situação, olham-se e não sabem como reagir, pois o momento aconteceu um pouco antes do tão esperado sim. “Isto não é sobre fotografia. Isto é sobre Deus!”, finaliza o padre, momentos antes de os fotógrafos saírem.

O vídeo do momento, colocado online por familiares, é sucesso na Internet com mais de 440 mil visualizações. O vídeo expõe não só a família e o casamento, mas a discussão sobre os limites e a privacidade. 



Há quem defenda e quem acuse a atitude. Com as opiniões dividas, fizemos uma espécie de esquete sobre o assunto com fotógrafos profissionais:

Roger Soares, fotógrafo de São Paulo (SP) -
“Bom senso dos dois lados nunca é demais. Afinal um está celebrando um rito religioso, que se prevê respeito, e o outro está trabalhando para seu cliente, os noivos. Jogo de cintura e educação é sempre válido. Não custa perguntar para o celebrante se ele tem alguma restrição de fotos em algum momento. Mesmo que possamos dar uma escapadinha para fazer “aquela foto”, evitamos constrangimentos. Bem eu já tomei uma “bronquinha” educada e aprendi que existe uma distância de segurança entre todos os presentes. (…) Pelo fato de eu ser católico, entendo um pouco mais dos aspectos religiosos do que outros profissionais que não conhecem o rito e são apenas fotógrafos em um prédio. Isso muda muito a abordagem. Mesmo assim, em busca do melhor ângulo, todos estamos sujeitos a errar dentro da “liturgia”, pois quando a adrenalina sobe, é complicado. Aquele padre do vídeo não foi tão rude, não”.

Alex Oliveira, fotógrafo de Sorocaba (SP) -
“Eu acredito que foi uma atitude muito rude e arrogante. Se de alguma forma, o fotógrafo estivesse de fato atrapalhando, ele [o padre] deveria ter abordado de outra forma. Dá pra ver na cara dos noivos o quão constrangedor foi o momento. Eles não mereciam ter passado por aquilo”.

Ricardo Barbieri, fotógrafo de Nova Friburgo (RJ) -
“Não concordo com a forma que foi feito, mas o cara estava com uma metralhadora atrás do padre, né? Enche o saco mesmo. A maioria dos fotógrafos fica irritado quando o cara do vídeo joga uma luz ruim ou quando um convidado entra na frente com seu super celular pra fotografar porque atrapalha o trabalho dele. (…) E o trabalho do padre não precisa ser respeitado? ‘Mas ele foi ríspido demais’. É foi sim, concordo, mas alguém sabe o que aconteceu antes? Se ele já tinha dado um toque? Se já tinha dado aquele olhar que diz tudo e o cara ignorou? Se o fotógrafo já não foi advertido por ele em outro evento? É preciso respeitar para ser respeitado, se não demonstramos respeito não poderemos reclamar quando formos tratados de forma igual”.

Gustavo Correia, fotógrafo de Maceió (AL) -
“Eu sempre pergunto ao padre ou ao celebrante se posso passar ali, ficar ali alguns instantes. Temos que mostrar aos cliente que nada é impossível para nós, mas lógico que se um dia um padre for mal educado ou falar alto na frente de todo mundo vou ficar calado, pedir desculpas. Mas, depois vou lá sozinho falar com ele, com toda educação”.

Por: Monike Furtado
Fonte: http://photos.uol.com.br
Foto: Studio Gaea

A outra foto da garota afegã

Retrato quase ficou de fora da edição histórica da NetGeo de 1985


Steve McCurry é um fotojornalista conhecido e renomado no mundo inteiro. É dele o retrato de Sharbat Gula, a ‘garota afegã’, uma das imagens mais icônicas de todos os tempos. Mas a história que quase tirou a foto da capa da revista National Geographic só foi publicada este ano com o lançamento do livro de Steve, ‘Untold – The Sories Behind the Photographs’.

Entre outras histórias inusitadas e até dramáticas, o fotógrafo conta que o retrato de Sharbat Gula só foi incluso na capa da revista na última hora. Inicialmente o editor de imagem teria escolhido o retrato em que Sharbat cobre parte do seu rosto com as mãos. Mas antes que fosse para impressão, o editor da NatGeo trocou a foto por aquela que seria um dos símbolos das consequências das guerras civis no Afeganistão.
 
Em entrevista ao jornal britânico Today News, McCurry afirma que sabia que a foto era extremamente forte, mas que não imaginava que ela se tornaria tão famosa. O livro ‘Untold – The Sories Behind the Photographs’ foi lançado recentemente na Inlgaterra e custa US$ 60, pela editora Phaidon.


Por Redação
Fonte: http://photos.uol.com.br
Fotos: Steve Mccurry

100 anos de Robert Capa

Instituto divulga arquivo em áudio do famoso fotógrafo Robert Capa no dia em que completaria 100 anos.



O Centro Internacional de Fotografia divulgou no dia em que Robert Capa faria 100 anos de idade, uma gravação inédita em que o fotógrafo concede entrevista a uma rádio.

Húngaro e filho de pais judeus, Endré Erno Friedmann estudou na Alemanha, onde começou a carreira de fotojornalista e teve que deixar o país após a ascensão do nazismo. Em Paris, adotou o nome Robert Capa, suposto fotógrafo norte-americano. Após cobrir várias guerras na Europa e se tornar famoso no mundo inteiro com imagens como “Morte de um Miliciano” e “Desembarque na Normandia”, Capa fundou a agencia Magnum ao lado de Henri Cartier-Bresson, David Seymour, George Rodger e William Vandivert.

Em 1954, enquanto registrava a Guerra da Indochina, Capa morreu após pisar em uma mina terrestre.


Ouça aqui parte da entrevista, em que Robert Capa explica como conseguiu capturar o exato momento em que o soldado leva um tiro. 

Por: Ivan Alexandre
Fonte: http://photos.uol.com.br
Fotos: Robert Capa